segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Jogos Notáveis na Minha Vida 002: Chip n Dale Rescue Rangers


Tela título do jogo.

 Pois bem, já tinha contado aqui a minha história com os videogames e alguns jogos que tive. Já tinha contado também como fiz a minha amizade com o Testa, amigo há quase ou mais de 20 anos, esse fato tinha contado no Contos de um Gamer 001. Nos conhecemos em sala de aula na quarta série, só que eu era muito fechado, depois na sexta séria em uma aula de Artes, era pra desenharmos o nosso filme favorito, tinha um monte de desenho do O Corvo que passou muito na TV na época, tinha do Pânico e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, só que eu tinha desenhado o Robocop, embora o meu filme favorito foi e é até hoje O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final. Contei que ele tinha elogiado o meu desenh do Robocop e conversa vai, conversa vem falamos de videogame e ficamos de emprestarmos cartuchos, ele tinha me emprestado do Dynamite Duke do Mega Drive, e eu o Tico e Teco, ou Chip n Dale Rescue Rangers do Nintendo, cartucho estilo Famicom de 60 pinos.

A diferença entre um cartucho de Famicom (60 pinos, padrão japonês) e de Nintendo (72 pinos, padrão americano) de Super Mario Bros 3.


 Só que tenho que contar como eu consegui esse cartucho, se não me engano contei, mais vou contar de novo. Por volta de 1998 morava em um bairro chamado 15 de Maio, na cidade de Várzea Grande-MT.   A minha mãe tinha uns vizinhos com boa amizade com a família, esse vizinho tinha um irmão que trabalhava no camelô, e um certo dia ele trouxe um monte de cartuchos, de um monte de sistema que nem fazia idéia. De um outro vizinho que era dono de um fliperama e locadora chamado Teixeira, ele tinha me dado um adaptador de cartuchos que fazia do Nintendo de 72 pinos ler um cartucho de Famicom de 60 pinos. Ele me deu por que um dia meu pai que era motorista de onibus rodoviário foi levar algumas pessoas pro Paraguai e lá mesmo não sabendo comprou um cartucho e um Turbo Pad Control pro Nintendo e fomos pedir ajuda pra ele pra ver se tinha como conectar um cartucho daqueles no Nintendo, ele tinha um adaptador sobrando e nos deu. E pudemos jogar o cartucho que prometia mais de 1 milhão de jogos, sendo que só tinha 8 que repetiam que eram Super Mario Bros, F1 Race, Road Fighter, Duck Hunt e Wild Gunman precisavam da Zapper que não tinhamos, tinham mais 3 e esqueci o título. E com o controle... passamos a jogar mais quase sem brigas. Todos esses jogos que tinhamos eram jogos que poderia muito bem jogar perdendo uma vida e passando o controle.

 Voltando ao vizinho que tinha emprestado os cartuchos pra mim testar, tinha no meio cartuchos de Atari, Mega Drive, Super Nintendo, Master System, Nintendo e Famicom, não sabia se eram originais ou piratas na época. Que eu lembre dos títulos, lembro só de 2 do Nintendo, Jaws que era jogo do filme Tubarão e Jackal, ambos não pegaram, dai tinha lá um cartucho branco estilo Famicom, sem label/capinha, tudo sujão lá. Testei e pegou. Era o jogo do Tico e Teco.

Agora podíamos jogar de 2 jogadores simultâneos pra passar de fase.

 Na época passava muito no programa da Angélica na Globo. Falei pra minha mãe que só aquele tinha pegado, ele cobrou 5 carteiras de cigarro em troca do cartucho, meu pai viajava e ganhava as vezes e nunca fumava, vendia pra ele, comprou o cartucho. Pra mim e pro meu irmão e minha irmã, foi uma alegria. Primeiro jogo do Nintendo que jogamos que podia os dois jogarem na tela, passando a fase juntos.

 Porque ele me marcou? Bom, poderia ser o cartucho das Tartarugas Ninja 3, contudo ao emprestar uma fita de volta pro meu futuro amigo, emprestei essa. Acredito que mesmo emprestando qualquer cartucho, o resultado da amizade seria o mesmo. 

 Contudo queria emprestar um dos melhores jogos que tinha e que ele poderia zerar, pois o Tartarugas Ninjas 3 nunca zeramos, só chegamos ao Krang, e o cartucho de vários jogos, nem eu gostava tanto dele, jogava quando enjoava desses que já citei, Super Mario Bros 3 era (e é) mais atrativo que Super Mario Bros. Road Fighter tinha somente 4 fases e repetia eternamente. F1 Race se não me engano eram 9 pistas, na 7° já perdia pois não podia tocar em nada que o carro explodia e perdia combustível. Os jogos da pistola Zapper eu não tinha uma. E os outros 3 que nem lembro que jogos são, não eram marcantes o suficiente pra mim me lembrar.

 O resultado do empréstimo de cartuchos é que nenhum pegou no videogame do outro, pois eram incompatíveis. E assim foi se formando uma amizade, eu fui até a casa dele e joguei o Dynamite Duke e ele foi a minha e jogou o Tico e Teco. E o resto é história, história que posso contar pouco a pouco aqui.

 O cartucho, assim como os outros não mais o possuo em mãos infelizmente, creio que em uma eletrônica quando o Dynavision estragou, meu pai levou o videogame com tudo na eletrônica e nunca mais pegou ele e o resto junto.

 Se quiserem que conto como consegui o jogo da Tartarugas Ninjas 3, farei um não no Jogos Notáveis da Minha Vida, mais sim no Contos de um Gamer, que pode ser o 002 talvez, e digo que pra mim testar esse jogo eu tive que ir a uma festa de aniversário tenebrosa que não acabava nunca, NUNCAAAAA!!!!


sábado, 5 de dezembro de 2020

Contos de um Gamer 001: O dia em que quase levei uma surra por conta de The Revenge of Shinobi

     


The Revenge of Shinobi para Mega Drive, tela de título.

     Olá caro leitor, vou inaugurar uma sessão nova aqui que são Contos de um Gamer, que são nada mais e nada menos do que acontecimentos da minha vida de jogatina.

     Hoje vou começar com uma história que sempre lembro dela com frequência, que foi o dia em que quase levei uma surra por conta de The Revenge of Shinobi do Mega Drive.

     Nessa época acho que era 2002 e eu estudava na sétima série, eu tinha feito um amigo novo desde a quarta série chamado... vou apenas chamá-lo de Testa, eu era chamado de Gordo e como ele era um garoto de aparência boa e dificilmente achava defeito nele, fiquei caçando um motivo pra zoar ele e o chamei de Testa e até hoje 05/12/2020 é assim, o Gordo e o Testa.

     Nós eramos colegas de sala desde a quarta série, só que passei a conversar com ele na sexta série em 2001, acho que se não me engano que era pra desenhar o desenho de seu filme favorito em uma aula de artes. Na época O Corvo do Brandon Lee ainda estava em alta e grande parte da sala fez O Corvo, contudo eu tinha 2 filmes em minha cabeça: O Exterminador do Futuro 2 que sempre foi o meu filme favorito, e o outro filme era Robocop. Eu ia desenhar o T-800 contra o T-1000 que na época eu o chamava de Remeleca porque eu achava muito complexo de se desenhar, dai desenhei o Robocop, cheio de detalhes e tal e com sua Auto-9 em mãos e dizendo "Os meus amigos me chamam de Murphy, mas pra você é Robocop!" frase vinda de Robocop 3 que eu gostava quando criança.


Robobop, O Exterminador do Futuro 2 e O Corvo, assista e se quiser confira os outros filmes.

     Depois mostramos pra turma cada um o seu desenho e Testa sempre desenhou muito bem, e embora eu não desenhe bem, ele elogiou o Robocop e começamos a falar de videogame, cada um marcou de levar no dia seguinte o cartucho de seu videogame. Eu levei o cartucho branco sem label do Tico e Teco do Famicom que minha mãe tinha trocado em troca de 5 carteiras de cigarro e ele tinha levado acho que Dynamite Duke do Mega Drive. Fomos uns a casa do outro testas os jogos conforme passaram os tempos e o resto virou história e contarei outro dia caso prefiram.

     Ele tinha um cartucho de 8 jogos em um com Sonic, Collums, Street of Rage, Golden Axe, um de boxe onde os personagens aparecem da cintura pra cima, Super Monaco GP, California Games e...  The Revenge of Shinobi. Fora isso ele tinha Dragon Ball Z que era bem parecido com os do Super Nintendo, mais tinha o Freeza, Guinyu, Recum e Kurilin jogáveis, personagens que não tinha nos 3 jogos do Super Nintendo. Ele tinha pego emprestado dos primos o Dynamite Duke que na capa sempre pensei que era o Dolph Lundgren, e um dos Power Rangers que lutava-se versus, jogo dificil pacas.



   


 

Capa americana de Dynamite Duke com esse Dennis Quaid ai tentando ser astro de filmes de ação vs essa ai com um Dolph Lundgren com braço robótico, músculos, explosões, título que chama a atenção e o cara aparenta ser másculo e fodão mesmo com uma submetralhadora em mão.

     Um dia, acho que em 2002 um professor de matemática faltou e as duas ultimas aulas do dia eram dele e fomos liberados, é eu estudava no CAIC do bairro Jardim Alá em Várzea Grande - MT, e o Testa tinha me dito "zerei The Revenge of Shinobi, vamos lá pra casa que vou te mostrar como é que faz", beleza, era 15:30 e chegamos na casa dele por volta de 15:45, ele passou as fazes, enfrentou clones de Exterminador do Futuro, Homem-Aranha, Batman, Godzilla e chegou na bendita da ultima fase, ah ... a ultima fase.

CAIC - do bairro Jardim Alá, eh nostalgia hein.

     A ultima fase do jogo era em um labirinto gigantesco e... ele se esqueceu do caminho, deu Game Over uma vez, começou de novo e ficou perdido no labirinto de novo. Foi mais uma vez e perdeu pro chefe e Game Over e fui olhar de novo pro relógio 18:30 e eu "NOSSA SENHORA! NUNCA ATRASEI TANTO! MINHA MÃE VAI ME MATAR!!!!".

Levem em consideração os seguintes fatos:

- Eu era menor de idade.

- Morava em bairro perigoso.

- Morava longe da escola.

- A casa do meu amigo era longe da escola só que na outra direção.

- Não tinha celular e nem ao menos telefone fixo.

- Minha mãe era (é) brava pra cacete!

     Dadas as informações citadas acima, o que me restava a fazer era correr na velocidade da luz pra casa. 

     Corri feito um doido e passei o caminho do colégio, cheguei em uma descida e encontrei a minha mãe vindo. Meu coração gelou na hora e pensei "Vou apanhar, pensa em algo!", e dai ela disse "Nossa! Fiquei preocupada com você pensando que tinha acontecido alguma coisa, por que você demorou a ir pra casa?", não podia falar que era por conta de videogame se são eu iria ver o couro feder, dai me veio a idéia "Era um trabalho em grupo que a gente estava fazendo, terminamos agora e fomos liberados". 

     E deixo a moral da história pra você, se comporte, diga sempre a verdade a todos, pois no dia que precisar mentir, a mentira irá colar. De preferência, não minta nunca, seja sempre sincero, diga a verdade sempre e a verdade sempre lhe será contada.

     Tenham um bom dia e não deixe de contar aqui abaixo a sua história de gamer, ou a sua história de surra ou quase surra dos pais.

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

 Jogos Notáveis da Minha Vida 001: 

 Super Mario Bros 3



 Quem leu a minha apresentação daqui do Blog sabe o quão importante Super Mario Bros 3 é importante para o início da minha vida de gamer e importante mesmo para a minha vida, afinal, sou autista e sempre era (sou até hoje) hostilizado por outras crianças e pessoas, e a minha fuga era o videogame Nintendo com o cartucho de 72 pinos.

 Era um dia chuvoso, lembro que em um Fiat 147 branco, em uma loja acho que do Ponto Frio, nos anos 90 com meus 3-4 anos, em um dia chuvoso e o aparelho naquela tampa do porta - malas e eu olhando achando bem maneiro aquele brinquedo, pensava que era um brinquedo qualquer.

 Chegando em casa o meu pai quebrando a cabeça pra montar o aparelho  e quando finalmente conseguiu montar e ligar já era tarde e ele o desligou. De manhã ligamos  tentamos entender o controle, o desafio de começar, de entender o mapa, de passar o primeiro Goomba, de passar a aquela planta que cospia fogo, de chutar a tartaruga, e agarrar a tartaruga, de passar pelo Goomba vermelho, de passar pelo buraco, de desviar das tartarugas, de voar, de passar da fase 1, de entrar na fase 2 e os Goombas que nunca acabavam de sair do cano... tudo isso até zerar. E conversando com a minha mãe hoje, ela se lembrando dizendo que eu ficava muito feliz, pulando de alegria toda vez que zerava o jogo. 

Mario e a "cobra" que cospe fogo na primeira fase. Fonte: Gamespot.

 Lembro que quem me ajudou a derrotar o Bowser foi o meu tio, irmão de minha mãe. Ele não era um homem estudado já que meu avô não permitia que minha mãe e tios frequentassem a escola, contudo era esperto e percebeu um padrão nos ataques de Bowser, mesmo eu chegando com a vida cheia sempre perdia, pulava na cabeça dele, usava a flor, dava rabada de guaximin, chegava com a roupa do martelinho e nada. Ele percebeu que toda vez que ele pulava em cima do tijolo ele o quebrava e o que bastava fazer era fazer ele quebrar 3 blocos de tijolo na mesma coluna. E funcionou.

 Quando zerei com o Mario, tentei zerar com o Luigi, o videogame tinha só um controle e ficava sempre alternando os joysticks e o videogame era rígido e não travava. Quando meu pai comprou um Turbo Pad Control, nós irmãos competíamos pra ver quem zerava o jogo, meus irmãos sempre queriam o controle novo por conta da função turbo e voar era mais fácil com ele, sem ficar sofrendo apertando o A.

 As criaturas e itens do jogo, eu e meus irmãos os nomeavam de diferentes nomes: O Goomba era o Pato, Goomba vermelho era o Veado, Koopa era a Tartaruga (e não deixa de ser uma), a Planta era Cobra, aquele Irmão Martelo que usava o bumerangue era o facão, o P-Wing era o Poder da Princesa e o Bowser era o Bichão.

 O jogo teve vários relançamentos, pro Nintendo/Famicom, Famicom Disk System que era um periférico compatível com o Famicom (não sei se é compativel com o Nintendo americano de 72 pinos), máquinas Playchoice-10. Há diferença entre a versão americana e a japonesa do jogo, a maioria são gráficas como a transição de entrada de fases ou animações quando perdemos uma roupa de sapo por exemplo, contudo a maior é que a versão Japonesa é mais difícil que a americana por conta que quando sofrermos dano de um inimigo por exemplo a folha na versão americana o Mario volta a ficar na sua versão grande, enquanto na japonesa se o Mario volta a ficar pequeno.
Teve a versão da coletânea Super Mario All-Stars lançada para Super Nintendo que tá muito bonita. Aqui eles refizeram os gráficos, remixaram as músicas e era possível salvar o jogo na memória. Foi uma remasterização.

Super Mario Bros 3 do Nintendo vs Super Mario Bros 3 da versão Super Mario All-Stars de Super Nintendo,

 
 A versão de Game Boy Advance chamada Super Mario Advance 4 - Super Mario Bros 3 é a versão melhorada da versão de Super Mario All-Stars, tem uma intro, tem vozes de Charles Martinet que dubla o Mario, Luigi e outros personagens da franquia, podemos jogar com Mario e Luigi, Luigi aqui é que nem no Super Mario Bros 2 onde ele pula mais alto e bate os pezinhos assim caindo mais devagar. Além disso, quem tinha o acessório E-Reader que era um leitor de cartões, nele eram desbloqueados fases extras para o jogo, 38 fases no total, algumas dessas fases são fases inspiradas em Super Mario Bros. A versão Super Mario Advance 4 - Super Mario Bros 3 foi relançada nas lojas de Virtual Console de Wii U com todas as fases extras. 

 Por falar em outra franquia de Mario, uma coisa que esqueci de falar é que o jogo possui um modo de jogo que é nada mais, nada menos que o Mario Bros original. A versão de Game Boy Advance Super Mario Advance 4 - Super Mario Bros 3 pode-se escolher entre jogar Super Mario Bros 3 e Mario Bros, Mario Bros pode ser jogado de um só jogador e as novidades ficam por conta dos gráficos, inimigos e fases.

 Aqui abaixo está um scan da revista da Nintendo que não sei que ano e mês foi lançada, emprestei ela pra um amigo e seu irmão mais novo rasgava acidentalmente as páginas. Nelas tem dicas que valem pra todas as versões, inclusive a das fases bonus de cartas. Espero que tenham gostado da leitura e gostaria de saber de você que jogo mudou a sua vida pra melhor.






domingo, 26 de julho de 2020

Trilhas Sonoras 001 - Contra 4

Trilhas Sonoras 001: Contra 4



Então amiguinhos, voltei aqui com um novo "quadro". Nesse quadro de trilhas sonoras, como não sou um especialista mais sim um cara que curte ouvir uma trilha maneira, falarei sobre tilhas de filmes, séries e jogos. Vou começar aqui por algo que quase ninguém teve acesso que é um Nintendo DS, mesmo quem baixa emuladores (como eu) prefere mais os de Super Nintendo, Mega Drive e os de Arcade, pelo menos é o que os amigos pessoais mais pedem a mim e falam sobre esses jogos marcantes.
Aqui falarei sobre as diferentes sensações que cada tilha me passa. Uma trilha sonora ela tem que passar a sensação do momento que se passa na tela. Ela serve para complementar a obra. 
O Contra 4 faz o Contra, que muitos reclamam ser difícil, nem diria passeio no parque, diria que o Contra é um passeio mais divertido do mundo no shopping center com a melhor namorada que já teve, com direito a cinema, fliperama, fast food e um motel pra acabar o dia. O Contra 3, esse é o passeio no parque, que é uma coisa menos legal que a situação do shopping center, contudo ainda divertido. O Contra 4 é o inferno na terra, é a melhor descrição possível que posso dar pra esse jogo, o zerei somente usando os códigos tipo gameshark. Jogando no fácil só cheguei na 3° fase. Jogando no normal na segunda. Jogando no dificil, nem no chefe eu cheguei. Só não é o mais dificil, pois tem aquele C The Contra Adventure do ps1 que um dia tenho que dar uma chance pra ele de novo.
O jogo é difícil, porém tem músicas sensacionais. O jogo é uma homenagem a outros jogos da franquia, concentrando mais na trilogia 1 2 e 3 que nos outros.

Vou começar por essa aqui da tela de título, que é claramente uma homenagem a do primeiro Contra, lá do Nintendinho:

Contra 4 - Título
Contra - Título

Essa música do menu do museu é bem animal:

A primeira fase, a floresta tem 2 temas, uma nova e uma remixada da primeira fase (floresta também) do Contra do Nintendinho, essa versão remixada você vai ouvir jogando o jogo na dificuldade difícil:
Contra 4 - Floresta 1
Contra 4 - Floresta 2
Contra - Floresta

Chegando no chefe, temos a parede, mesmo chefe do Contra, o que posso dizer? Animal também:

Contudo, quando pensa que ela foi derrotada... ela assume uma nova forma, a música troca pra um tom bem mais perigo por assim dizer:

Passando da primeira fase, chegamos na... segunda fase, um laboratório cheio de mutantes que explodem e aliens que caem do teto, a fase remete a algo misterioso e sinistro mesmo, sem deixar de parecer algo de ação:

Andando mais a frente chegamos a uma cachoeira, remix da música da cachoeira do Contra, e o restante da fase inclusive é uma homenagem a fase da cachoeira do Contra, inclusive o chefe, depois que você "mata" o chefe (a trilha é a mesma da segunda forma da parede), a plataforma onde estava se quebra e o chefe passa a te perseguir, e uma música nova toca, o nome dela é Pursuit ou perseguição em português e é isso mesmo que o chefe faz, te persegue, a música fica bem frenética:
Contra 4 - Cachoeira
Contra - Cachoeira
Contra 4 - Pursuit

Depois chegamos numa nova fase, estilo aquelas fases de base do Contra, que é esse mesmo no nome, base, a música também é um remix da base original, o original é mais ação enquanto no remix é mais laboratorial e militarizada:
Contra 4 - Base
Contra - Base

A música do chefe e o chefe são homenagens ao chefe da base do Contra:
Contra 4 - Chefe da Base
Contra - Chefe da Base

Chegamos a fase do porto, essa fase aqui é um mix de homenagens. A fase no início é uma homenagem a primeira fase do Contra do Gameboy chamado Operation C, tem um chefe que é um barco.  A música não consegui identificar de qual game homenageia ou se homenageia um em específico (vi alguns comentários que homenageia a segunda fase de Super C ou Contra 2), contudo ela é bem legal. Principalmente na parte do foguete que claramente pra mim é uma homenagem ao Contra 3 The Alien Wars, onde na 5° fase o personagem fica pulando de míssil em míssil pra derrotar um chefe.
Contra 4 - Porto
Super C - Fase 2

A fase da motinha na água é claramente homenagem a fase de moto do Contra 3, a mesma em que pulamos de míssil e míssil.
Contra 4 - Fase da Moto
Contra 3 - Fase da Moto

Na fase da fábrica, temos um tom sonoro bem laboratorial mesmo, parecendo algo científico, segundo comentários que li por ai, se baseia na fase da fábrica de C The Contra Adventure, o chefe final é uma homenagem ao chefe de Contra 3, onde tem 2 esqueletos, um vermelho e um azul, depois que detonar os 2 aparece um maior, creio que se inspiraram no Exterminador do Futuro pra esses chefes, Contra mesmo foi criado inspirado em filmes como Alien, Predador e Rambo, inclusive em seu marketing:
Contra 4 - Fábrica
C The Contra Adventure - Fábrica

A próxima fase é Neo City, homenagem a Contra 3 em sua trilha, a trilha aqui dá um tom de devastação e destruição, pra mim lembra em certas partes aquela fase dos zumbis do Metal Slug 3:
Contra 4 - Neo City
Contra 3 - Neo City
Metal Slug 3 - Fase dos zumbis (uma hora quem sabe faço um das músicas da franquia)

Na próxima fase temos a colméia alienígena, a musica não consegui de onde identificar a homenagem, mais o estágio é baseado na fase 8 do Contra, inclusive o chefe é o coração lá, só que diferente do original, o estilo da fase é bem parecido com o da base:
Contra 4 - Fase da colméia alienígena
Luta contra o coração

E chegando na fase final, uma música de gelar o coração:

E o chefe que parece a Rainha do Alien 2:

Depois que a chefe é derrotada, ela começa a absorver as pessoas pelo cú, e pelo cú deve-se entrar pra enfrentar o chefe. Fora o fato de se entrar pelo cú de um alienígena, a fase por dentro é bem grotesca com pessoas lá grudadas na parede se contorcendo de dor:

Quando chegamos na costela, dai começa a homenagem ao Contra 3, a costela começa a subir e nos levando ao cérebro do chefe, a rainha, essa música é a final boss 1 do Contra 3. Na ultima fase do Contra 3 enfrentamos o coração que é homenagem ao Contra, depois aquele ser estranho que é homenagem ao Contra 2, depois um dragão metálico que é inédito e por último o chefão final que na primeira forma é uma homenagem ao chefe do Contra 2, depois que é detonado aparece o cérebro, depois de derrotado o cérebro, vem a batalha final contra a ultima forma.
Contra 4 - Costela
Contra 3 - Final Boss 1

A ultima forma da Rainha é uma homenagem a ultima forma dela do Contra 3, assim como a música que tem trechos bem parecidos:
Contra 4 - Chefe final 
Contra 3 - Chefe final

E a ultima música que queria comentar é a dos créditos que é um compilado das músicas que aparecem no jogo:
Contra 4 - Créditos
As músicas do jogo foram compostas pelo compositor Jake Kauffman, que já trabalhou em jogos da série Shantae (aquela gêniazinha que fica dançando), Shovel Knights, Ducktales: Remastered e alguns jogos das Tartarugas Ninjas. 

Enfim, aqui queria somente dizer que acho que essas músicas desse jogo combinam muito bem com as fases, com o estilo de jogo que Contra 4 é. Tem um tiquinho de rock, um tiquinho de ação, um tiquinho de terror, um tiquinho de desespero.
Quanto ao jogo, eu recomendo, quem quiser testar os nervos vá jogá-lo, quem quiser jogar pra zerar, ver os finais, ver o que compõem as fases, se as trilhas sonoras combinam mesmo,  coloque uns códigos e vá ser feliz. 

Aproveitando o espaço, falarei aqui o que acho de cada versão de Contra.
- Contra do Nintendo eu recomendo, a versão de Arcade joguei e não gostei.
- Super Contra do Nintendo eu recomendo, a versão de Arcade joguei e não gostei.
- Contra 3 do Super Nintendo recomendo, do Gameboy recomendo, do Gameboy Advance recomendo, contudo essa versão tem fases difíceis do Contra Hard Corps do Mega Drive inclusas, talvez porque o Gameboy Advance não rode o chip Mode 7? Não sei.
- Contra 4 do Nintendo DS recomendo.
- Contra Hard Corps eu recomendo, embora não goste do conceito de jogar com um lobisomem, pra mim tira um pouco da graça. E o jogo é dificil pacas.
- Contra Force do Nintendo é legalzinho.
- Contra Legacy of War (Playstation) achei chato.
- C the Contra Adventure do Playstation joguei há muito tempo e não sou capaz de opinar.
- Contra Shattered Soldier do Playstation 2 o mesmo caso de C.
- Neo Contra do Playstation 2 nunca joguei.
- Contra Rebith (wii) nunca joguei.
Creio que citei tudo. Espero que tenham gostado. E se quiserem que trago mais trilhas aqui, deem sugestões, queria falar sobre as trilhas de algum jogo da franquia God of War, só que é muito batido esse jogo, quero pegar jóias menos citadas por ai.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Obras  demonizadas que não são tão ruins assim (segundo a minha visão) 001 - 
Castlevania 2: Simon's Quest


 Quem nunca leu na internet ou recebeu a dica daquele seu amigo (que pode muito bem ser eu pra quem me conhece) aquela recomendação do que não assistir, ler, jogar, ouvir. E que uma hora você diz "Dane-se, vou assistir, ler, jogar ou ouvir aquela porcaria e ver no que dá".

 Eu mesmo recebi várias dessas recomendações e no decorrer da minha vida resolvi testar e até que não é o lixo que juram que são.
 Joguei um game recentemente que sempre é mal falado, jogando o achei bem legal, os defeitos persistem claro. Por isso decidi falar desse jogo aqui. Castlevania 2: Simon's Quest.

Castlevania 2: Simon's Quest

 Eu nunca tinha topado com ele na minha época de Nintendinho ou Dynavision. Topei com ele nos emuladores, contudo antes havia visto vídeos como o do canal do Nerd Revoltado dos Videogames e outros que falavam sobre o jogo. Sou um grande fã da franquia Castlevania e passei longe desse jogo devida a má fama.  Embora ainda pra zerar a minha lista de Castlevania faltam os 3 do Gameboy, Circle of Moon, Haunted Castle e o Judgement que uma hora jogo no emulador do pc.
 Decidi dar uma chance pra esse jogo pois comprei a coletânea pro Playstation 4, a Castlevania Anniversary Collection que estava com um preço bacana e Super Castlevania 4 que é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos está nessa coletânea. Ai, mesmo podendo rodar os jogos clássicos em celulares e computadores, acho importante também adquiri-los de maneira legal. 


Castlevania Anniversary Collection

 Vou fazer uma propagandazinha aqui. Temos nessa coletânea:
 - Castlevania (americana e japonesa) lançada para Nintendo/Famicom.
 - Castlevania 2: Simon's Quest lançada para Nintendo/Famicom.
 - Castlevania 3: Dracula's Curse (americana e japonesa) lançada para Nintendo/Famicom.
 - Super Castlevania 4 (americana e japonesa) lançada para Super Nintendo/Super Famicom.
 - Castlevania: The Adventure (americana e japonesa) lançada para Gameboy;
 - Castlevania 2: Belmont's Revenge (americana e japonesa) lançada para Gameboy.
 - Castlevania Bloodlines (americana e japonesa) lançada para Mega Drive/Genesis.
 - Kid Drácula (Americana e japonesa) lançada para Nintendo/Famicom, contudo tem uma versão pra Gameboy que é levemente diferente, mas não está nessa coletânea.

 Porque falei em "versão americana e versão japonesa"? Por conta que a Nintendo da América tinha uma visão mais rígida nos anos 80-90, e nos jogos, eles modificavam algumas falas, conteúdos gráficos, sons. 
 Castlevania sofreu dessas modificadas, em grande parte dos jogos, retiram os seios da personagem Medusa.
 Tem o sangue removido de uma das fases de Super Castlevania 4, substituído por uma gosma verde que eu imaginava ser ácido, pois se encostava tomava dano. Tem o Castlevania 3 que dizem que a versão japonesa não tem tantas fases verticais.

 Então, depois de terminar o Super Castlevania 4 americano dessa coletânea, decidi explorar o Castlevania 2 sem um detonado. Pros leigos, detonado é a dica do jogo, expondo os seus segredos, rotas, biografia dos monstros, etc.
 Segui um bom caminho até uma mansão, dai lá precisei de um detonado pra uns 85% do jogo. 
 O jogo é divertido como o primeiro Castlevania, gosto da exploração, da música, dos monstros, a experiência, o ciclo de dia e noite. Contudo tem problemas:

- Parabéns pra quem conseguiu zerar esse sem um detonado, você é fera. Como que um jogador sabe que tem que comprar uma estaca pra poder quebrar o cristal onde estão as relíquias de Dracula? Como que o jogador sabe que tem que ir pra um canto da tela, segurar o botão baixo por tantos segundos e esperar um furacão pegar ele? O jogo dá dicas, só que são rasas e escondidas, algumas conversando com aldeões de cidades beeem distantes, outras quebrando blocos e achando anotações.

Para quebrar o cristal com a relíquia, tem que comprar uma estaca.

- O mapa que infelizmente falta um, como um jogador dos anos 80 fazia pra se localizar? 
- Os chefes que simplesmente podem ser ignorados pelo jogador, recomendo que não façam pois alguns deles tem algum item extra.
- O Drácula mais fácil do mundo.
- Blocos invisíveis.


Esse Drácula é muito fácil, só jogar agua benta sem parar., aliás, parece mais com uma 2° forma da Morte.

 O jogo é bem legal, só que se quer zerar, pegue um detonado. Se não me engano, fizeram uma romhack do jogo que consertam as questões das dicas, dando diálogos mais úteis pros aldeões das vilas.
 E você leitor? Qual o seu maior problema com o jogo? Qual é aquela obra que você gosta que grande parte das pessoas não gosta? Seja filme, game, séries, quadrinhos? Comente aqui. Com certeza falarei de mais obras.



sábado, 20 de junho de 2020

Tirando um Sarro 001: O Inferno de Dante

 
Título Original: Dante's Peak
Lançamento: 07/02/1997 (Estados Unidos)
Elenco: Pierce Brosnan, Linda Hamilton, Charles Hallahan e outros.

 Vou explicar esse quadro aqui, Tirando um Sarro não é um quadro para humilhar ou dizer que um determinado filme seja ruim ou não mereça ser visto, isso eu posso dizer no final. 
 A intenção mesmo é tirar um sarro com o filme, com situações, personagens e etc. Sugiro que você sente ou deite, pegue aquele seu óculos de grau guardado na gaveta de cueca (ou de calcinhas), limpe com alcóol em gel e aproveite e limpe o seu computador ou celular (coisa que dificilmente eu faço), lave a sua mão com água e sabão mesmo durante e depois da quarentena, coloque um fraldão se for idoso pois pode acabar se urinando.
 Ah e...

 Aqui irão ter muitos SPOILERS, se você é um marinheiro (a) de primeira viagem e não sabe o que diabos quer dizer essa palavra, isso quer dizer que vou contar o filme todo, então se não viu esse filme que tem até data presente 23 anos e alguns dias de existência e não quer ler pra ver o que acontece, volte aqui depois de ver o filme. 
 E aqui nessa matéria pode conter palavrões e cenas fortes, então sugiro que seja maior de 18 anos para poder ler esse material.
 Devidamente avisado (a) vou prosseguir com a zoeira.

 O filme começa com um vulcão explodindo e aparecendo essa logo dessa foto acima, com a clássica voz de Márcio Seixas Velho do Dossiê dizendo "O Inferno de Dante, versão brasileira Hebert Richers". E dai aparece o Pierce Brosnan dirigindo um carro em meio a cinzas e chuvas de fogos. Ele chega a um lugar pra buscar uma mulher chamada Marianne, e perai! A voz dele não é a do Luis Feier Motta (dublador do Stalonne) ou do Leonardo Camilo (dublador o Ikki de Fênix), aqui o dublador é um dublador que sempre dubla coadjuvantes em filmes infelizmente, pois a voz dele é muito boa. O nome dele é Alfredo Martins, descobri porque pesquisei no Dublanet sobre a voz do mordomo do Justin Hammer em Homem de Ferro 2.

 Voltando ao filme, Pierce aqui é chamado de Harry, mais vou chamá-lo de 007, 007 chega com o seu Bond Móvel a uma casa e procura uma mulher chamada Marianne e durante esse prólogo ai ele repete o nome dela 11 vezes. 007 chama Marianne pra ir embora, mas ela resiste não querendo abandonar os registros de pesquisa. 007 diz que se dane e vamos levar o que puder e dar o fora daqui. 
Com a chuva de fogo eu ordeno acontecendo, o pessoal coloca no Bond Móvel o que pode de material e partem embora do local, porém uma pedra de magma fura o teto do Bond Móvel e atinge Marianne, a matando.

 4 anos depois do acontecido. O  007 está se torturando em seu quarto e um telefone toca e seu chefe pede pra ele fazer as malas pra viajar. 
A propósito, que tipo de tortura é essa? 
A) É um chicote com pontas pontiagudas.
B) Está ouvindo Funk ou Sertanejo Universitário.
C) Assistindo os discursos da Dilma Rouseff em looping (é tortura ou dar risada afinal?)
D) Fazendo flexões.
Quem respondeu a letra D acertou. A propósito, se é assim que ele se tortura, não era pra ele ter se transformado no Arnold Schwarzenegger?

Já fez quantas 007?

 Dai corta pra uma cena onde ele chega na Agência de Controle Geológico e encontra o seu time formado por o Japonês da Federal, o Gordo Nerd, a Mulher do Time, e o cara que faz papel de engraçadinho em quase tudo qualquer filme que participa (True Lies, Congo).   Depois do papo rápido com os amiguinhos ele vai conversar com o chefe que é a Cabeça Maligna do Enigma de Outro Mundo. Ele avisa que está acontecendo uma atividade sísmica em Dante's Peak (o nome do filme).

 
Dante's Peak mal sabe o que lhe aguarda.

 A cidade está em festa, pois foi nomeada a "2° Melhor Cidade Para se Viver nos Estados Unidos com População Abaixo de 20 Mil Pessoas" segundo o dono do Hotel e 007 pergunta quem foi a primeira, o dono do Hotel  responde "quem liga", então se ninguém liga pra primeira colocada, porque deveríamos ligar pra segunda colocada?

 Em seguida conhecemos a prefeita que é a Sarah Connor, com dificuldades de decorar frases e o nome da mulher que vai entregar o prêmio, sendo ajudada por sua filha de uns 7 anos, Sarah Connor é pobre o bastante pra ter somente um vestido que ao mesmo tempo é o pior e o melhor blazer. 

 007 fica analisando a cidade, como se estivesse analisando as festas e observando os vilões e topando com a Bondgirl, igual aos filmes do 007 mesmo.

 Em seguida tem a cena de um casal tomando banho nus em um rio de águas termais, o que era pra ser um banho agradável vai acabar se transformando em ensopado de gente, pois o vulcão começa a afetar a temperatura da água, matando o casal fervido.

 Sarah Connor e 007 se conhecem, será que podemos esperar desse filme muita ação e explosão? Não que nos seus respectivos filmes, mais vai ter sim ação e explosão. Antes dos dois papearem aparecem o empresário e o secretário chato pra cortar a conversa, porém Sarah Connor os corta e sai pra mostrar a cidade pra 007... e a Sarah Connor Jr vai junto. Antes de  mostrar a cidade para 007, Sarah Connor precisa pegar o seu filho que estava fazendo eu sei lá o quê com seus amigos em uma mina abandonada. O filho dela é um clone do Joseph Gordon Levitt.

 Quando estão saindo do local, topam com a fofoqueira da cidade que fica encantada com 007. 
 Joseph Gordon Levitt e Sarah Connor Jr ficam brincando com uma pedra que ele achou na mina, dai 007 querendo ser o espertão pra impressionar geral pega a pedra e diz que ela é um Quartzo Preto e que dá sorte, começa a imitar o Spock do Star Treko e a pirralhada quer ir pra casa da vovó que é uma Velha Chata que odeia a ex-nora. 

 A Velha Chata quer estragar o possível romance da Sarah Connor com 007 e sugere que todos vão até a montanha, tudo pra ela ficar de vela. Enquanto isso 007 fica constrangido com a situação. Todo mundo vai, inclusive o cachorro, mais família do que isso impossível, seguindo a clássica formação pai, mãe, filhos, vovó e o bichinho de estimação.

 Alguém aqui se ferrou.

 007 fica tirando a amostra da água e Sarah Connor o compara com o cara da piscina, que bola fora. 007 tira fotos de rochas, tira fotos de Sarah Connor, cata uma pedra e Sarah Connor Jr grita. E 007 como um bom cara dos conselhos pede que Sarah Connor desça devagar as escadas, pelo menos ela não está correndo de saltos que nem em certos filmes.
 Eles chegam até a garotinha e são somente esquilos mortos. Eu também gritaria, tenho fobia de animais mortos.
 Então os pirralhos estão vestidos pra banhar. Joseph Gordon Levitt tá pronto pra saltar e o 007 o salva, em um dos seus muitos momentos 007 que virão no decorrer do filme. Sarah Connor Jr grita ao ver a sopa de gente.

007 salva o Joseph Gordon Levitt de ser sopa. 


 007 reúne as autoridades da cidade (o secretário chato, o xerife decrépito, a fofoqueira da cidade) pra discutirem sobre o vulcão e o plano de evacuação da cidade. A equipe dele chega na cidade. O chefe dele, a Cabeça Maligna chega e desacredita 007 na frente das autoridades da cidade, pois no passado ele já causou uma evacuação numa cidade por ser precipitado e nada tinha acontecido, e não quer que 007 cometa o mesmo erro.

 A Sarah Connor também é garçonete, é péssima garçonete e faz um café horrível. E ainda é ruim em agradecer 007 por salvar o seu filho, oferecendo pra ele um jantar e o prato principal é Beringela à Parmegiana. Beringela é horrível.
007 e o Gordo Nerd sobrevoam uma montanha da região e nada encontram. Mais a noite depois do jantar horrível, 007 bebe vinho e entretê as crianças com truques. Depois que os pirralhos vão dormir, eles ficam chapados no vinho e começam a contar suas histórias.

 Cadê a agulha e o cabelo mágico?

 No dia seguinte, a Sarah Connor leva café pro povo e o engraçadinho faz piadas fora de hora. 007, Nerd Gordo e Japonês da Federal vão até uma montanha checar se há irregularidades.  Eles começam a papear sobre uma ex que não deu certo com 007, ela adorava cristais e não minerais rochas. 
 Quando eles voltam, Sarah Connor chega com mais café e é difícil saber porque a Cabeça Maligna está brava, se é porque ele não gosta do café da Sarah Connor ou porque o engraçadinho tá fazendo uma piada ruim.
007, Nerd Gordo e seu robô vão pra montanha, o robô estraga, 007 insiste pra  Nerd Gordo não descer e ele desce e chuta o robô, e um tremor acontece. 
 Nerd Gordo machuca a perna e 007 vai ao resgate. Cabeça Maligna chama o helicoptero, só que o piloto quer renegociar o valor. Depois de negociado o helicóptero chega e os salva.
007 tenta convencer a Cabeça Maligna várias vezes, porém ele ainda não está convencido do desastre vindo.

 Mais tarde 007 e seus amigsos vão em um bar, 007 encara Sarah Connor e perde dinheiro na sinuca. 

Se fosse hoje, na pandemia do Covid-19, ele já teria contraído o vírus.


Quando finalmente o clima pinta, Cabeça Malígna chega e estraga tudo.

 Então chega a vez de 007 jogar novamente, só que ele manda que continuem sem ele. Já que o Cabeça Malígna disse que eles vão embora no dia seguinte, ele decide tentar mais uma vez com Sarah Connor.
007 acompanha Sarah Connor a pé pra casa e topam mais uma vez com a fofoqueira da cidade.
 Sarah Connor dispensa a babá e diz que vai preparar café, 007 diz que nunca gostou do café dela e solta umas cantadas sobre bicicletas pra Sarah Connor e quando parece que finalmente vai a Sarah Connor Jr chega e estraga o clima dizendo que estava com sede. 
 Ela abre a torneira e sai água de merda uma água de qualidade estranha, 007 analisa e pergunta de onde vem a água e deduz que um desastre está prestes a acontecer em Dante's Peak, pois de onde vem a água está vazando dióxido de enxofre. Com isso ele consegue convencer a Cabeça Malígna.
 Sarah Connor dá um pronunciamento na tv convocando os cidadãos para uma reunião e o dono do Hotel chega bravo até onde estão hospedados os vulcanólogos, ele acabou de colocar uma placa nova e não queria perder o investimento.

Existe 0,000000000000000000001% de chance da placa nova do Hotel estar intacta, mas são aqueles 99,99999999999999999999% que contam de verdade.

 Então Sarah Connor liga pra Velha Chata que se nega a sair de sua casa nas montanhas, 007 com seu charme tenta convencer ela, mas nem ele com todo o charme do mundo consegue convencer a Velha Chata. Sarah Connor deixa seus filhos em casa e junto com 007 vão a reunião.
 Sarah e 007 começam a falar e dai começa um tremor, 007 fala pro pessoal se acalmar é claro que vão pode confiar  só que não adianta. O povo começa a pisotear um cara, e 007 como um bom herói vai lá e salva o homem.

007 salva um homem do pisoteamento.

E a placa do Hotel caiu.

 007 e Sarah Connor entram no Bond Móvel em direção a casa de Sarah pra pegar os pirralhos, em uma ligação a Cabeça Maligna se desculpa. 007 dirige na contra-mão e chegam a casa da prefeita, contudo os pirralhos vão até a casa da Velha Chata pra convencerem ela a ir embora.
 007 joga o seu Bond Móvel com motor adaptado na água, pois ele aguenta. 

Muitos motoristas tentam imitar o 007, tentando se acharem mais foda do que ele, porém se foderam.

 Depois de Sarah Connor e 007 saírem do lago, corta pra cena do Joseph Gordon Levitt dirigindo um carro e corta pra cena do Secretário Chato e um Empresário Ricaço tentando irem embora de helicóptero, a Cabeça Maligna tenta avisar, só que o Helicóptero suga fumaça demais e pifa o motor, matando os dois passageiros mais o piloto ganancioso.
 As crianças chegam a casa da Velha Chata e o cachorro foge. Sarah Connor e 007 escapam de pedras e árvores que caem no caminho, e chegam a casa. Sarah Connor dá uma bronca na Velha Chata e ela diz "parem de me olhar como se eu fosse a culpada", e mais ela não é?
 007 contacta a Cabeça Maligna, e ele diz que vai ficar o máximo que der, e a equipe fica junto.
 Velha Chata fica olhando fotos e contando histórias do passado e de repente entra lava na casa da velha e a lava acaba destruindo o carro da prefeita e o Bond Móvel. Todo mundo entra no barco da alegria que estava atracado. 
 Joseph Gordon Levitt observa que os peixes estão mortos e 007 pede pra que ele não toque na água, pois vê que  barco da alegria começa a derreter. Então 007 começa a organizar o povo, pois ele deduz que a atividade vulcânica transformou a água em ácido.
 Joseph Gordon Levitt dá a pedra preta dele pra Sarah Connor Jr e 007 começa a cantar pra tranquilizar geral. Então a hélice do motor do barco da alegria derrete e 007 começa a remar com um remo improvisado de sua jaqueta. Velha Chata deduz que ela é como a Esperança e é a ultima a morrer, então pra salvar o povo, se joga na água ácida e começa a puxar o barco da alegria pro outro lado. Eles se safam, porém a Velha Chata agoniza de dor e morre.
 A barragem da cidade rompe e a turma de geólogos tentam fugir junto com a guarda nacional que tinham chegado ao amanhecer. A turma consegue, menos o Cabeça Maligna que fica preso na ponte que desaba com a forte correnteza e o mata.

O pessoal dele tava bem perto, não poderia ter uma corda em um daqueles jipes?

 Enquanto isso 007 e companhia estão em um outro carro e topam com uma estrada derretida e tentam passarem por cima dela, o pneu começa a queimar e eles topam com o dog da Velha Chata que tinha fugido. Ele consegue pular pra dentro do carro.
 007 e sua trupe chegam ao hotel, ele vê que o vulcão vai explodir e pega aquela caixa amarela que tava grudada antes no robô do Nerd Gordo.
 A cidade maquete começa a explodir, e eles se jogam pra dentro da caverna onde Joseph Gordon Levitt e seus abiguinhos ficavam fumando maconha brincando. Os amigos de 007 pensaram que ele tinha morrido e começam a chorar, não choraram por conta do Cabeça Maligna.
 Joseph Gordon Levitt mostra a caverna, mostra que tem refrigerantes e salgadinhos mas não mostra a maconha se não a mãe dele o mata. 007 diz que precisa recuperar no carro a caixa amarela para serem resgatados e promete levar os pirralhos pra pescarem depois que saírem dali.
 007 vai e a caverna começa a desabar, e ele machuca feio o braço, ficando com uma fratura exposta, mais heroicamente decide continuar tentando chegar ao carro. Ele chega no carro e mais uma vez começa o desabamento deixando ele preso no carro, contudo ele consegue ligar a caixa amarela, assim o Nerd Gordo vê e deduz que ele sobreviveu e chama o resgate pra salvá-lo.
 007 é salvo e mais tarde são salvos a trupe da Sarah Connor, ou seja, ele vai ter que cumprir a promessa e levar a família pra pescar.


Então por hoje é só. Ainda estou me habituando ao Blogger e me adaptando como ele funciona e suas ferramentas. Espero que o meu conteúdo tenha agradado a quem tenha lido e se gostou compartilhe. Esse é um jeito diferente de olhar os filmes que não são tão famosos. E assista o filme, o filme vale muito a pena. Lembrando que aqui estou apenas tirando o sarro e não dizendo que é ruim.